quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Sonho...



Vives no meu sonho...
A cada dia, vejo-te sorridente e cheio de vida...
Quando me esperavas ao fim do dia...
Sinto ainda o teu abraço, o cheiro da tua pele...
O teu olhar brilhante e meigo...
Fazias-me sentir tão bem, aconchegada e mimada...
Para sempre o perfume das frésias brancas que me ofereceste...
Sonho-te...

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Lembras-te?...



Fizeste-me uma surpresa... vieste ter comigo e fomos almoçar...
Restaurante simpático...mesa para dois no fundo da sala, junto à lareira apagada...
Almoçámos por entre trocas de olhares e gestos carinhosos...
Perdia-me nos teus olhos...
Tal como mais tarde nos perdemos na Serra de Sintra...
‘Vagueámos’ por entre o verde numa tarde cinzenta de Primavera...
Subindo e descendo a Serra...
Acabámos de mãos dadas numa vereda, o cheiro da terra molhada...
O calor da tua mão...
Lembras-te?...

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Sete...

Sete são os dias que passaram da tua partida...
Sete são as letras com que se escreve SAUDADE...
Saudade da tua presença
Ausência dos teus carinhos
Um beijo no vento
Deixado para ti
Aplacando assim um pouco a
Dor
Embalada pela tua lembrança...

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Recordações...



Ainda é recente a perda...
Ainda é grande a dor...
A tua lembrança ainda faz aflorar lágrimas aos meus olhos...
A saudade ainda me aperta o peito...
As recordações acompanham-me a cada passo...
‘Vives’ em mim...
Recordo aqui aquela tarde, em que num momento delicado para mim, a tua presença me deu força e conforto...
Sinto ainda a tua mão entrelaçada na minha, caminhando por estes jardins...
O teu abraço, quando o tempo ficou mais cinzento e a chuva ameaçava cair...
O nosso beijo no meio do caminho...
A nossa corrida para escapar à chuva...
Recordo...







quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

As Palavras que Nunca te Direi...




Era o teu filme preferido...
Partiste cedo...demasiado cedo e tanto ficou por fazer e dizer...
Nunca entenderei o porquê...
A tua partida deixou-me um vazio enorme e a consciência das palavras que jamais te poderei dizer...
O sentimento que ‘desabou’ em mim fez-me ver o que viveu tanto tempo calado no meu peito...
Ficou expresso muitas vezes...nos momentos que passámos juntos...os nossos ‘pic-nics’...
Nunca te direi, o quanto me fazias feliz...
Nunca te direi, o quanto me sentia a ‘special one’ contigo...
Nunca te direi, o quão bom era o calor do teu abraço...
Nunca te direi, o quanto gostava do teu sorriso, do teu olhar meigo, da tua ternura...
Nunca te direi, AMO-TE...
Partiste...mas viverás para sempre na minha recordação!