quarta-feira, 30 de abril de 2008

Agora...



Quanto não daria para te ter aqui – Agora...
Como precisava do teu sorriso – Agora...
O calor do teu abraço – Agora...
Ouvir-me chamar ‘Minha MIAU’ – Agora...
Preparar os nossos ‘pic-nic’s’ – Agora...
Caminhar de mão dada contigo – Agora...
Olhar-te enquanto dormias – Agora...
Poder dizer-te baixinho ao ouvido ‘AMO-TE’ – Agora...
Quantas saudades tenho de ti – Agora e Sempre...

terça-feira, 15 de abril de 2008

Hoje...



Hoje...60 dias passaram...
Hoje...lembrei-me do ‘pic-nic’ que não chegámos a fazer...
Hoje...mais uma vez me ‘assaltaram’ as saudades que tenho de ti...
Hoje...a recordação da tua voz na nossa última chamada...
Hoje...a vontade de te sentir
Hoje...passarei no lugar onde me esperavas...
Hoje...gostaria de te ter ali, sorriso aberto e o abraço caloroso à minha espera...
Hoje...a dolorosa certeza da tua ausência permanente...
Hoje...e sempre a tua memória viva, em mim...

quarta-feira, 19 de março de 2008

Porquê?...


O tempo passa...como se voasse no dorso dum cavalo alado...
Repito ainda em contínuo o verso da canção que diz...
‘Porquê?...Te arrancaram de mim assim?’...
Passaram 35 dias...e a pergunta mantém-se...Porquê?...
Porquê a ti?...
Ao pensar em todas as coisas que ainda poderíamos fazer...
Todos os locais onde poderíamos ir...
Todos os risos que poderíamos partilhar...
Todas as cumplicidades que poderíamos viver...
Todas as histórias que tínhamos para contar...

Porquê?...

terça-feira, 4 de março de 2008

Suspenso...



Os dias passam, sempre iguais...
Tento sorrir, tento ‘brincar’ mas...
A tua lembrança permanece em suspenso...
Como diz a canção...’I’ve got you under my skin’...
E não só debaixo da pele…
No meu pensamento, no meu coração...
As palavras que para sempre...
Ficarão suspensas nos meus lábios...
Em suspenso o abraço que não mais daremos...
Em suspenso o beijo que não mais sentirei...
Apenas as lágrimas teimam em não...
Ficar em suspenso...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Sonho...



Vives no meu sonho...
A cada dia, vejo-te sorridente e cheio de vida...
Quando me esperavas ao fim do dia...
Sinto ainda o teu abraço, o cheiro da tua pele...
O teu olhar brilhante e meigo...
Fazias-me sentir tão bem, aconchegada e mimada...
Para sempre o perfume das frésias brancas que me ofereceste...
Sonho-te...

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Lembras-te?...



Fizeste-me uma surpresa... vieste ter comigo e fomos almoçar...
Restaurante simpático...mesa para dois no fundo da sala, junto à lareira apagada...
Almoçámos por entre trocas de olhares e gestos carinhosos...
Perdia-me nos teus olhos...
Tal como mais tarde nos perdemos na Serra de Sintra...
‘Vagueámos’ por entre o verde numa tarde cinzenta de Primavera...
Subindo e descendo a Serra...
Acabámos de mãos dadas numa vereda, o cheiro da terra molhada...
O calor da tua mão...
Lembras-te?...

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Sete...

Sete são os dias que passaram da tua partida...
Sete são as letras com que se escreve SAUDADE...
Saudade da tua presença
Ausência dos teus carinhos
Um beijo no vento
Deixado para ti
Aplacando assim um pouco a
Dor
Embalada pela tua lembrança...

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Recordações...



Ainda é recente a perda...
Ainda é grande a dor...
A tua lembrança ainda faz aflorar lágrimas aos meus olhos...
A saudade ainda me aperta o peito...
As recordações acompanham-me a cada passo...
‘Vives’ em mim...
Recordo aqui aquela tarde, em que num momento delicado para mim, a tua presença me deu força e conforto...
Sinto ainda a tua mão entrelaçada na minha, caminhando por estes jardins...
O teu abraço, quando o tempo ficou mais cinzento e a chuva ameaçava cair...
O nosso beijo no meio do caminho...
A nossa corrida para escapar à chuva...
Recordo...







quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

As Palavras que Nunca te Direi...




Era o teu filme preferido...
Partiste cedo...demasiado cedo e tanto ficou por fazer e dizer...
Nunca entenderei o porquê...
A tua partida deixou-me um vazio enorme e a consciência das palavras que jamais te poderei dizer...
O sentimento que ‘desabou’ em mim fez-me ver o que viveu tanto tempo calado no meu peito...
Ficou expresso muitas vezes...nos momentos que passámos juntos...os nossos ‘pic-nics’...
Nunca te direi, o quanto me fazias feliz...
Nunca te direi, o quanto me sentia a ‘special one’ contigo...
Nunca te direi, o quão bom era o calor do teu abraço...
Nunca te direi, o quanto gostava do teu sorriso, do teu olhar meigo, da tua ternura...
Nunca te direi, AMO-TE...
Partiste...mas viverás para sempre na minha recordação!